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(FILES) In this file photograph taken on June 22, 2019, Ferrari's Monegasque driver Charles Leclerc Mercedes' drives ahead of British driver Lewis Hamilton and HAAS F1 Team's French driver Romain Grosjean during the third practice session at the Circuit Paul Ricard in Le Castellet, southern France ahead of the 2019 Formula One Grand Prix de France. - The fate of the 2020 French Formula One Grand Prix, scheduled for June 28-29, 2020, "will be communicated in the coming days" following a ban in France on events that bring together the public until mid-July, a spokesman told AFP on April 14, 2020. He also recalled that the organisers of the event, which will be held on the Paul-Ricard circuit in Le Castellet (Var), have "studied all the scenarios (postponement, closed-door sessions, cancellation)" in the past weeks in the face of the new coronavirus pandemic. (Photo by GERARD JULIEN / AFP)
Foto: AFP

Fórmula 1 baixa custos das equipas para 132 milhões em 2021

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As equipas de Fórmula 1 vão ver novamente reduzido o limite máximo de custos para 2021 e ainda mais para os anos seguintes, numa alteração de regulamentos que abrangeu igualmente as áreas técnica e desportiva.

Assim, em 2021 o limite de investimento será de 132 milhões de euros quando estavam previstos 159 milhões, 127 milhões para 2022 e 122 milhões para o período 2023-25, na base de uma temporada com 21 provas.

O Conselho Mundial de Automobilismo, que dirige a Fórmula 1, aprovou um conjunto de decisões que visam tentar aproximar as condições das equipas pequenas e maiores, numa época de grave crise financeira imposta pela pandemia da covid-19.

O flagelo diminuiu drasticamente as receitas da modalidade e inclusivamente perturbou o calendário do mundial deste ano, já que ainda não se realizou qualquer prova.

Com as decisões tomadas, pretende-se igualmente diminuir a diferença para a Mercedes - que venceu as últimas seis edições do mundial -, bem como para a Ferrari e Red Bull.

Pela primeira vez, está previsto para a Fórmula 1 um sistema de handicap para as equipas mais fortes, introduzido através de testes aerodinâmicos, para os quais haverá maior latitude para as formações mais pequenas.

Foi igualmente assumido o compromisso de "componentes transferíveis", isto é, aqueles que são desenvolvidos por uma equipa e podem ser usados igualmente por outras, com o objetivo de limitar custos.

As equipas foram unânimes a decidir as medidas, que vão também tornar os monolugares mais pesados.

Vão passar a vigorar novas normas quanto ao pessoal presente nos circuitos, tanto nos eventos à porta fechada como naqueles com público.